O objetivo do módulo 4 é o desenvolvimento da especificação gráfica e técnica do nosso projeto. Como o nosso projeto diverge dos restantes, temos tópicos que são diferentes dos restantes projetos, como a interação entre plataformas Web 2.0, o guião prévio e o reconhecimento de locais filmagem.
O objetivo da especificação gráfica é o desenvolvimento dos estudos gráficos alusivos à nossa marca. Para tal, desenvolvemos um manual da marca, que inclui o logótipo e a sua justificação, bem como os estudos cromáticos e tipográficos. No link abaixo é possível visualizar o nosso manual da marca:
http://pt.scribd.com/doc/87394974
Relativamente à especificação técnica, foi-nos pedido que caraterizassemos a implementação técnica do nosso projeto, desde o documentário até às plataformas Web 2.0 que vamos utilizar para a divulgação do nosso projeto.
Esta entrega foi muito importante para consolidarmos ideias e objetivos. Também serviu para percebermos melhor as dificuldades com que nos vamos deparar daqui para a frente. Além disso, foi extremamente importante para nos motivar para a fase seguinte, as filmagens.
Hoje ao início da tarde reunimos com o nosso orientador, o Professor Mário Vairinhos. Inicialmente começamos por lhe mostrar o trabalho desenvolvido para a entrega de amanhã, foram-nos feitos alguns reparos que já estamos a resolver.
O resto da reunião incidiu na próxima fase do nosso projeto, as filmagens. Ficou decidido que antes de começarmos essa tarefa é imprescindível o desenvolvimento de um Mapa de Produção, que é um "calendário" que indica os locais que vamos filmar, em que dia, qual o material necessário e quais intervenientes. Este documento vai permitir-nos organizar muito melhor o nosso tempo e organizar recursos, para não andarmos sempre "com a casa às costas".
Agora é hora de voltar ao trabalho que amanhã é dia de entrega, continuação de bom trabalho para todos.
Neste momento encontramo-nos a terminar o desenvolvimento da especificação técnica e a fazer os ajustes necessários no manual da marca, uma vez que surgiram alterações de última hora.
Aqui ficam algumas fotos do dia de trabalho:
P.S.1 - Se chegarmos ao final do semestre com mais 10 kg cada uma a culpa é de projeto :P
P.S.2 - A cobaia da parvalheira é sempre a mesma :D
Esta aula foi orientada pelo professores Hélder Caixinha e Benjamim Júnior. Estes fizeram uma explicação sobre a componente de especificação técnica a entregar esta Sexta-feira. Uma vez que o nosso projeto diverge dos restantes, vamos ter que fazer uma adaptação na entrega de conteúdos, deste modo, os documentos a entregar da parte da especificação técnica são os seguintes:
Quanto às tarefas a que nos propusemos a semana passada aqui está um ponto da situação:
Neste momento já concluímos a estrutura provisória do nosso documentário e respetivo guião-prévio.
Agora continuamos a trabalhar no desenvolvimento do logótipo e do manual de identidade da marca.
Aqui ficam algumas das referências em que nos estamos a basear para o desenvolvimento do nosso trabalho, para além das que os professores nos indicaram.
Continuação de bom trabalho.
Esta semana a nossa sessão de orientação foi um pouco diferente do habitual. Estivemos pouco tempo com o nosso orientador mas, mesmo assim foi uma reunião positiva.
Em primeiro lugar foi discutida a última entrega (demo gráfica e demo técnica do documentário e das plataformas de divulgação).
De seguida foram definidos os pontos da entrega da próxima semana:
A partir da próxima semana a nossas reuniões de orientação passarão a realizar-se às Quartas-feiras da parte da tarde.
Continuação de bom trabalho!
Hoje é o Dia Mundial da Síndrome de Down!
Para simbolizar este dia aqui fica o link de um vídeo alusivo a este dia:
Além disso também deixamos o link de um site inteiramente ligado a este dia, vale a pena ver:
http://www.worlddownsyndromeday.org/
A aula de hoje foi leccionada pelo professor Pedro Amado e pelo professor Ivo Fernandes. Foi feita uma introdução ao novo módulo, que consiste na elaboração da especificação gráfica e técnica do nosso projecto. Hoje a aula incidiu na especificação gráfica, que consiste no estudo das soluções criativas-chave e no estudo gráfico, cromático e tipográfico do nosso documentário, isto é, temos que desenvolver um manual da nossa marca.
Os professores disseram-nos que achavam melhor alterar o nome que estamos a usar no url das páginas de difusão, pois a sua leitura pode confundir os utilizadores uma vez que o nome não se encontra completamente relacionado com o título do nosso documentário, Ainda não sabemos se podemos proceder a essa alteração pois já temos algumas pessoas a seguir a nossa página do Facebook e, se alterássemos o url essa página ficaria sem efeito, visto que teriamos que fazer uma nova. Estamos a investigar se existe alguma forma de passar os dados da página actual para uma nova.
Relativamente ao logótipo fizemos algumas experiências, como se pode visualizar de seguida:
Os "D's" presentes no logótipo referem-se ao D de diferença e ao D de depois, ficando assim relacionados com o título do nosso documentário. A utilização do ponto de interrogação pretende lançar a questão. Ainda não tomamos nenhuma decisão definitiva, estamos apenas na fase de experiência.
Boa noite, segue no post a entrega numero 3.
Para a terceira entrega -Demo técnica e Demo Gráfica, achamos necessário dividi-la por dois post referente aos dois pontos da entrega.
Nesta etapa o nosso objetivo foi demonstrar como será a interação do utilizador nas plataformas de difusão do documentário, como funcionará a integração entre essas plataformas, demonstrar como pretendemos visualmente o nosso documentário, quais as opções técnicas a tomar, etc. Além disso realizamos a pesquisa preliminar – recolha de mais informação sobre o tema, e a estrutura provisoria.
Demo Gráfica e Técnica – Documentário
Na demo gráfica/técnica do nosso documentário, optamos por fazer um pequeno clip de vídeo que serve estas duas componentes. O objetivo foi demonstrar a perspetiva que temos em relação aos tipos de planos que pretendemos usar, como ambicionamos as cenas visualmente, como será o tipo de edição tanto ao nível de transições, como de efeitos e contextualização dos intervenientes na ação através de infografias simples.
Para tal, criamos uma pequena narrativa contextualizando os elementos do grupo, o seu contexto académico, o tema de trabalho e o porque da realização do mesmo.
A quando da pré-produção deste clip, realizamos um pequeno guia dos planos que pretendíamos utilizar, sendo que serão semelhantes aos que usaremos no nosso produto final. Nesse mesmo guia, colocámos ainda a estrutura inicial que pensámos para sequenciar as filmagens na pós-produção.
Figura 1- Pequeno guia.
Posteriormente, passamos à fase da produção: as gravações. Utilizamos câmara, tripé, microfone externo e projetores, material fornecido pelo departamento.
Figura 2 - Projetor utilizado
Figura 3 - Câmara e tripé utilizados
As gravações foram efectuadas no formato HDV e gravadas numa cassete na camara , a captação do áudio foi realizado através do microfone interno da câmara e, em algumas situações, como gravações no exterior, utilizámos um microfone externo à camara para captar o som na direção do que estavamos a filmar. Optamos por utilizar o microfone interno da camara em grande parte das gravações pois perante as opções disponibilizadas pelo departamento e algumas das opiniões que nos foram dadas, achamos a melhor opção.
Figura 4 - Microfone externo utiliiizado
Passádas as gravações ies que chega a pós-produção. Para podermos editar o clip foi necessário converte-lo para formato digital, realizamos a conversão através do Adobe premiere para o formtao mpeg .
Figura 5 - ilustração da importação do vídeo
Após a conversão , passamos à edição , realizamos os cortes necessários para sequenciar a acção da forma que tinhamos previsto,(a nossa sequencia foi um pouco alterada pois na transição do papel para a montagem percebemos que existiam soluções melhores que aqueles que inicialmente tinhamos concebido), aplicamos efeitos de transição, e efeitos ao video .
Figura 6 - Ilustração dos cortes feitos no clip original
Figura 7 - Ilustração dos efeitos de transição utilizados.
Figura 8 - Ilustração dos efeitos aplicados no vídeo.
Para além deste itens , colocamos ainda infografias para a contextualização do clip e dos intervenientes. Optamos por colocar essas infografias no Adobe premiere pois não obtivemos bons resultados no Adobe afecter effects , não possuiamos conhecimentos soficientes neste software e não conseguimos produzir o que esperavamos , no entanto continuamos a trabalhar no programa para posteriormente ser possivel a sua utilização correcta e produtivamente .
Figura 9 - Ilustração da inserção de inforgrafias.
Relativamente ao tratamento de som utilizámos o Nuendo, programa que já havíamos referido na lista de requisitos funcionais . O primeiro passo para a edição é a importação do ficheiro para o programa.
Figura 10 - Ilustração da importação do ficheiro.
Após a importação, aplicamos o plugin denoise para retirar o ruido ao som, além disso uniformizámos.
Figura 11 - Ilustração do tratamento do som.
De seguida, aplicámos alguns efeitos no som ambiente que importámos , por exemplos: fade in, fade out .
Figura 12 - ilustração da aplicação do fade in
Figura 13 - ilustração da aplicação do fade in out
Figura 14 - ilustração da aplicação da redução do volume no som.
Após toda a edição do video , exportamo-lo em dois formatos : .avi e.flv. Um com mais qualidade logo mais pesado , e outro com um pouco menos de qualidade mas mais leve para que possamos coloca-lo nas nossas plataformas sem dificuldade , este foi exportado com p codec On2 VP6.
Figura 15 - Ilustração da exportação do vídeo no formato avi
Figura 16 - Ilustração da exportação do vídeo no formato flv
Segue o clip que elaboramos:
A quando da ultima reunião com o nosso orientador definimos uma estrutura:
• Pesquisa preliminar
• Estrutura provisória
• Trabalho de campo
• Guião Provisório
Para esta semana a meta que estabelecemos foi a construção da pesquisa preliminar e a estrutura provisória. Segue em anexo o nosso trabalho.
Pesquisa preliminar:
Durante estas duas semanas de trabalho, realizamos uma pesquisa mais aprofundada sobre o tema do nosso documentário – crianças com necessidades educativas especiais (NEE). Para tal, para além da investigação através de documentos e programas relacionados, decidimos “ir para o terreno” e falar com algumas pessoas que lidam com NEE:
• Pais;
• Professor;
Todas as conversas foram informais, pois o principal objetivo era perceber quais as dificuldades com que estas pessoas se deparam ao lidar com estas crianças, o que é diferente, quais as barreiras que a sociedade coloca, entre outros.
Os pais entrevistados têm um filho com Hiperplasia Congénita da Supra-Renal *. Embora seja uma deficiência que não é visível (pelo menos para já), mudou a vida deles e do filho logo depois do seu nascimento. A sua alimentação tem que ser altamente supervisionada, a dose de cortisona tem que ser tomada todos os dias à mesma hora e, caso isso não aconteça, traduz-se imediatamente no comportamento da criança que fica visivelmente agitada e agressiva.
A maior preocupação destes pais é quando o filho atingir a puberdade, uma vez que as crianças com esta deficiência têm um desenvolvimento precoce dos genitais externos e, nessa fase da sua vida, pode provocar-lhe um sentimento de diferença em relação aos outros rapazes da sua idade e pode também fazer com que seja motivo de gozo por parte dos colegas, o que é muito comum nessa faixa etária.
A conclusão que tiramos desta pequena conversa com estes pais é que as suas maiores preocupações assentam em como o seu filho vai aceitar o seu problema quando tiver idade para o compreender e como é que vai ser a sua passagem pela puberdade. O receio que ele seja excluído e gozado e não consiga lidar com isso, esteve presente em quase todo o diálogo. A nível cognitivo trata-se de um criança completamente normal apresentando até, um desenvolvimento acima da média. Isso só vem comprovar que o fato de ser uma criança com deficiência não significa que seja uma criança limitada a nível de aprendizagem. Além disso é uma criança extremamente divertida e sociável, que faz amizades com muita facilidade.
Conceitos-chave: integração, puberdade, exclusão, dependência.
O professor entrevistado pelo grupo trabalha com alunos do 1º e 2º ano do ensino primário e, tem na sua turma uma criança hiperativa e um autista, embora este último seja num grau pouco elevado.
Relativamente à criança hiperativa as principais dificuldades com que se depara na interação com a criança é o fato de esta estar constantemente distraída. Para conseguir mantê-la concentrada algum tempo num trabalho tem que criar uma forma diferente de realizar as tarefas para conseguir mante-la minimamente interessada. Além disso, como é uma criança muito ativa o seu comportamento em sala de aula não é o melhor, pelo que acaba por ser repreendida várias vezes.
No que diz respeito á criança autista, apesar de ser num nível baixo, isola-se bastante e tem bastantes dificuldades de aprendizagem. Quanto à interação com os colegas, enquanto a criança hiperativa faz amigos com facilidade e é bastante popular, a criança autista tem muita dificuldade em relacionar-se com os outros e muitas vezes é motivo de gozo por parte das outras crianças.
Uma das maiores “queixas” deste professor é a falta de apoio do ensino especial. Geralmente, crianças com este tipo de necessidades especiais necessitam de um acompanhamento diferente para que a sua aprendizagem seja a melhor. Contudo, naquela escola isso não se verifica pois são disponibilizado apenas duas horas por semana a este tipo de crianças. O professor em causa não concorda com essa situação pois sente que não consegue disponibilizar a estas duas crianças atenção suficiente para lhes proporcionar uma boa aprendizagem. Por outro lado, quando passa mais tempo com estes dois casos, tentando fornecer-lhes a atenção que precisam, acaba por prejudicar o resto dos seus alunos.
Conceitos-chave: exclusão, aprendizagem, falta de meios, falta de tempo.
Relativamente às pesquisas realizadas encontramos algumas referências bastante interessantes. A primeira delas foi um debate que ocorreu na TSF sobre a forma como as crianças com necessidades educativas especiais (NEE) são integradas nas escolas. Dão a sua opinião pais, professores, psicólogos, auxiliares e todos eles partilham da mesma opinião: há falta de professores especializados, psicólogos, terapeutas, etc. A questão principal que se levanta é: Em Portugal existe uma escola inclusiva? Para ouvir o debate basta clicar no seguinte link: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Interio
Durante a investigação realizada, encontramos um site muito interessante, denominado REDEinclusão.
Trata-se de um projeto que “visa o desenvolvimento da inclusão educativa e social das crianças em jovens em situação de vulnerabilidade nomeadamente, os que vivem em condições de privação ou abandono, os que são portadores de deficiência ou doenças graves e prolongadas…”.1 Aqui encontramos alguns recursos que nos ajudaram a refletir e a formar a nossa opinião: um deles foi um documento sobre a promoção da educação inclusiva em Portugal (redeinclusao.web.ua.pt/files/fl_45.pdf) e outro que retrata a escola como uma instituição que não se encontra preparada para receber crianças diferentes (redeinclusao.web.ua.pt/files/fl_47.pdf).
Com esta pesquisa chegamos a várias conclusões mas, a mais importante de todas, é que o sistema de educação português ainda não está preparado para fornecer o ensino correto a crianças com necessidades educativas especiais. A verdade é que cada caso é um caso e é muito difícil responder da forma mais correta a todos eles, mas ainda existem muitas lacunas que têm que ser corrigidas. Ainda existe a ideia (errada) de que só quem sofre de uma deficiência “visível” é que tem direito a ter acesso a uma educação especial mas não é isso que se pretende.
Escolha do nome: Após uma sessão de brainstorming conseguimos chegar ao nome do nosso documentário: “Sou diferente e depois?”. Na nossa opinião, é um título que gera “discussão” e é apelativo.
No encadeamento do nome do nosso documentário, vem o pressuposto do mesmo, isto é, o seu objetivo. Com o desenvolvimento deste projeto pretendemos transmitir aos espetadores a noção de que as deficiências que algumas crianças têm, não as impedem de serem felizes e de se integrarem na sociedade. Contudo, também desejamos mostrar o lado menos feliz da questão, ou seja, as barreiras que estas crianças (bem como os seus pais e pessoas próximas) têm de ultrapassar todos os dias, tanto a nível social como a nível escolar.
Estrutura provisória:
Sinopse: Quais são as dificuldades sentidas por crianças com necessidades educativas especiais no seu dia-a-dia? Como é que os seus pais, professores e amigos acompanham a sua vida e os ajudam a ultrapassar os obstáculos com que se deparam? “Sou diferente e depois?” é um documentário que acompanha a vida destas crianças, recolhe opiniões dos intervenientes que participam na vida das mesmas e tenta encontrar um ponto em comum nas várias histórias. Mostrar que ser diferente não constitui um obstáculo para a felicidade e para o sucesso é o principal objetivo deste documentário.
Bibliografia:
redeinclusao.web.ua.pt/(consultado a 15/03/12);
Demo gráfica/tecnica das plataformas de difusão
O nosso projeto está focado no documentário, apesar disso, foi sentida a necessidade de criação de páginas em plataformas web 2.0 para aumentar a difusão do mesmo, como tal, optamos por criar duas demos diferentes:
• Para o documentário
• Para as páginas de difusão.
Com o objetivo de difundir o documentário o mais possível, foram criadas contas em três plataformas web 2.0 (canal no Youtube -http://www.youtube.com/udiffiine , página no Facebook -https://www.facebook.com/udiffiine
Graficamente o pretendido é criar um design comum a todas as páginas, de modo a criar uma identidade gráfica coerente e que se interligue nas diversas plataformas.
O título de todas as plataformas é o nome do documentário -“Sou diferente e depois?”. Este nome foi decidido após uma sessão de brainstorming realizada pelo grupo, aqui fica uma imagem alusiva ao confronto de ideias até à decisão final:
Figura 1 - Figura referente à sessão de brainstorming.
No url das plataformas de difusão optamos por um nome menos extenso e simples: udiffiine. Esta designação provém de algo ou alguém –u, que é diferente –dif, mas que, mesmo assim, se consegue sentir bem -fine.
Figura 2 - Url do nosso canal do youtube, exemplo da aplicação .
Após a criação das contas nas plataformas acima indicadas, vimos a necessidade de alterar graficamente as páginas. Optamos então por colocar no blog e no canal do youtube uma imagem de fundo rica em cor e apelativa. Escolhemos esta imagem pois é a mão de uma criança onde os seus dedos estão pintados com cores diferentes, os dedos representam as crianças e as crianças diferentes mas que pertencem todos ao mesmo meio, à mesma mão.
Quanto aos restantes desenvolvimentos da identidade gráfica ainda estamos em fase de desenvolvimento. As cores escolhidas para os aspetos gerais das páginas são neutras para realçar a imagem escolhida.
Em relação ao canal do Youtube pretendíamos colocar o título num banner. Após alguma pesquisa verificamos que não era exequível, para tal, teríamos de ser parceiros do Youtube, publicar pelo menos 20 vídeos, acumular 500 assinantes para a nossa página de conteúdo pessoal, ter links patrocinados e acumular mais de 1.000 visualizações nos vídeos postados.
Relativamente à página do Facebook, ainda estamos em fase de investigação quanto às alterações gráficas que podemos fazer, uma vez que o uso da cronologia restringe um pouco o nosso campo de ação.
Com a nossa demo gráfica pretendemos simular a interação do utilizador entre as várias plataformas de difusão do nosso documentário. Para tal, realizamos uma montagem no Prezi (software de apresentações dinâmicas) que ilustra a navegação do utilizador pela nossa página do Facebook e como se processa o acesso ao blog e ao canal do Youtube. Todas as ilustrações apresentam uma breve indicação da possível interação do utilizador com as funcionalidades da página.
Segue em anexo a nossa montagem :
Bibliografia:
www.ehow.com/how_5110628_make-youtube-ba
www.youtube.com/creators/partner.html
. #entrega final - Estratég...
. #aula13